Sou daqueles que bota o despertador às 3 da manhã para ver o GP da Malásia de F1.
O Prates diria que isso é um desperdício e deveria gastar este tempo para ler um bom livro.
O Prates diria que isso é um desperdício e deveria gastar este tempo para ler um bom livro.
Mas não sei, gosto e pronto e minha esposa me acompanha nisso.
Então tá, falemos de ética em automobilismo.
Em 1989, Alain Prost foi campeão de Fórmula 1 jogando o carro em cima de Ayrton Senna. No ano seguinte, Senna fez idêntico, e ganhou o título. Michael Schumacher foi campeão assim. E Rubens Barrichello, arauto da ética no esporte, cansou de tirar o pé do acelerador para o alemão passar ("hoje, não, hoje, não, hoje, não... hoje, sim...").
E quando é que a Fórmula 1 teve qualquer tipo de ética?
Como de costume, todo mundo quer ética, mas para os outros.
Em 1989, Alain Prost foi campeão de Fórmula 1 jogando o carro em cima de Ayrton Senna. No ano seguinte, Senna fez idêntico, e ganhou o título. Michael Schumacher foi campeão assim. E Rubens Barrichello, arauto da ética no esporte, cansou de tirar o pé do acelerador para o alemão passar ("hoje, não, hoje, não, hoje, não... hoje, sim...").
E quando é que a Fórmula 1 teve qualquer tipo de ética?
Como de costume, todo mundo quer ética, mas para os outros.
